Conflitos entre escolas e alunos podem ser resolvidos de forma rápida e harmoniosa – CÂMARA AMANI

Conflitos entre escolas e alunos podem ser resolvidos de forma rápida e harmoniosa

Câmara Amani oferece métodos adequados de resolução de controvérsias com a melhor relação custo/benefício.


Depois de quase um ano longe da sala de aula, chegou o momento de reencontrar alunos e professores no tão esperado “volta às aulas”. Escolas e faculdades já mobilizam os seus retornos, e é possível que desacordos entre alunos e pais com as instituições de ensino possam acontecer, tendo em vista os impasses causados pela necessidade de distanciamento social que trouxeram novas modalidades de aulas: a teleaula e o modelo híbrido (com aulas online e presenciais).

De um lado, há estudantes que querem assistir aulas integralmente no regime presencial e, do outro, que não querem de forma alguma estar nas salas de aula e, com isso, pleiteiam, por exemplo, desconto nas mensalidades. Muitos destes impasses acabam em demandas judiciais, que levam um longo tempo para serem resolvidas, são desgastantes e, muitas vezes, acabam em sentenças que não conseguem colocar as duas partes em harmonia.

Então, fica a pergunta: como resolver este e outros tipos de questões de maneira mais rápida, prática, sendo bom para as partes e com a melhor relação custo/benefício? A advogada Oneyka Albuquerque, especialista em métodos adequados para resolução de conflitos e diretora da Câmara Amani, afirma que várias questões acerca da relação entre alunos e pais com as instituições de ensino podem passar por processo de mediação, não havendo necessidade de usar a via judicial, obrigatoriamente.

“A mediação escolar, assim como as demais mediações, ocorre através de um terceiro imparcial, também chamado de ‘facilitador’ que é um especialista em determinadas técnicas de negociação e comunicação. Ele atua com a missão de fomentar a paz entre as partes, intermediando e facilitando o diálogo entre os que estão em desacordo e não necessariamente propondo uma solução, mas sim, conduzindo as partes para gerirem o seu conflito de forma eficiente, estimulando e facilitando a sua resolução, com a ajuda ou não de seus advogados”, assinala.

Oneyka Albuquerque lembra, ainda, que a mediação escolar pode ser feita desde questões como a inclusão e conflitos entre alunos, na relação entre professores com alunos e pais, como também na parte empresarial, envolvendo os contratos, inadimplência, relação entre terceirizados e os consumidores finais (como cantina, editora de livros, fornecedores de fardamentos) e a relação entre a escola ou faculdade e seus funcionários e colaboradores.

“A mediação de conflitos no âmbito escolar tem sido bastante procurada por aspectos dos mais variados, como: crenças, questões materiais, ou mais abstratas, assuntos relacionados a valores e princípios. Sendo a escola um lugar onde diariamente convivem pessoas com diferentes características, educação, religiões e personalidades é natural que surjam divergências das mais variadas espécies, oriundas da estreita convivência que se estabelece. Por outro lado, é essencial viabilizar a convivência de forma produtiva, a fim de garantir que o respeito esteja presente e que o processo de ensino-aprendizagem seja fortalecido através dos vínculos construídos. Diante desta problemática, a mediação de conflitos surge como uma ferramenta de gestão positiva dos conflitos no espaço escolar”, contextualiza a especialista.

Programa de mediação em ambientes educacionais

Além de tratar questões pontuais, a Câmara Amani está apta a implementar programas ou serviços de mediação nas escolas, faculdades e nos demais centros de estudos. Oneyka Albuquerque destaca que a mediação também tem caráter pedagógico e contribui com a difusão da cultura de paz, comunicação não-violenta e da resolução pacífica dos conflitos.

Tendo em vista estas características da mediação, ela pode ajudar a construir um sentido mais forte de cooperação e comunidade com a escola; melhorar o ambiente na aula por meio da diminuição da tensão e da hostilidade; desenvolver o pensamento crítico e habilidades para a solução de problemas e resolver as controvérsias menores entre aqueles que interferem no processo de educação.

“A mediação ainda pode colaborar na melhoria das relações entre os estudantes e os professores; aumentar a participação dos alunos e desenvolver habilidades de liderança; favorecer o aumento da autoestima dos membros da comunidade escolar; e facilitar a comunicação e as habilidades para a vida cotidiana dos alunos e colaboradores”, defende a diretora da Câmara Amani.

Mais informações sobre a Câmara Amani pelo Instagram @camara.amani ou pelo site www.camaraamani.com.br.

Oneyka Albuquerque, diretora e sócia da Câmara Amani.
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